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Mídia

Contrato de uso de imagem: o que sua agência não pode deixar passar

Por Equipe Bando·20 jun 2026·5 min de leitura

Cláusulas mal fechadas geram retrabalho, litígio e crise. Um guia curto e direto do que sua agência não pode deixar passar antes de qualquer entrega.

Escopo de uso

Defina, por escrito, onde a imagem pode circular: orgânico, mídia paga, ponto de venda, embalagem, materiais internos. Cada canal tem preço e prazo — e assumir que 'tudo inclui tudo' é o caminho mais curto para uma ação judicial.

Prazo e território

  • Prazo em meses, com renovação escrita.
  • Território específico: cidade, país, digital global.
  • Cláusula clara de reuso em campanhas futuras.

Exclusividade

Cláusula de exclusividade cobra caro — e deve ser paga caro. Cuidado com exclusividade eterna disfarçada de 'categoria correlata': ela engessa o creator e vira problema no próximo contrato.

Contrato bom é aquele que ninguém precisa reler no meio da crise.

O que sempre falta

  • Cláusula de crise e retirada de conteúdo.
  • Aprovação de peças antes da veiculação.
  • Multa proporcional ao dano, não simbólica.
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